Entre sóis que clareiam minha face
E incendeia nos sonhos as estrelas
Sou poeta , sou viajante, no enlace
Do vasto, a loucura sempre se rebela
Nos vales que desejei as quimeras
Tudo que a deidade poderá revelar
Uma intensa canção nessas esferas
A morte, gnomos secretos, a velar
Essa fada ácida que me corrompe
Com palavras vazias, doces e carícia
Assim a ilusão sempre interrompe
Revelando seus espinhos e malícias
Palavras que eu não poderia contar
Mas absolutas, que não há negação
Fazem voar!Mas a carne a encantar
Sol que a terra queima, com emoção
Nesse brilho, meus olhos perdidos
Tentando descobrir onde tu estava
Pela fada na ode sempre fui iludido
E esqueci da flor pela qual sonhava
Dilacerando minhas raizes e leveza
Da alma, sem ilusões ou caminhos
Reconhecendo apenas a aspereza
Jamais retornarei aos meus sonhos
Pai dos ventos, teu perdão eu clamo
Através do mar do tempo, indefeso
Diante da descoberta,onde proclamo
O desejo da fada profana de Ephésus
lindo sempre...bjuuu
ResponderExcluirAmei!
ResponderExcluirAmigo,suas poesias são lindas.Bjus.
Passando para desejar um bom dia e parabenizá-lo por tão lindos versos, beijos
ResponderExcluirlinda linda linda!!! bjs e saudades...
ResponderExcluirMais um excelente poema! Parabéns!! Bj
ResponderExcluirOi Ric, tá sumido!! Tá tudo bem? bjs
ResponderExcluirCadê você?
ResponderExcluirAdoro teus textos!
ResponderExcluirTe acho um escritor muito inteligente com uma forma muito pessoal de escrever.
Beijos.